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SEXTA-FEIRA, 20 DE AGOSTO DE 2021 - Horário 8:02
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ECO/ PRNewswire - A combinação da vacina AstraZeneca e do primeiro componente da vacina Sputnik V (o fármaco Sputnik Light) demonstra um perfil performante da imunogenicidade no ensaio clínico em Azerbaijão

MOSCOU, 20 de agosto de 2021 /PRNewswire/ -- O Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, o fundo soberano da Federação Russa), as empresas AstraZeneca e R-Pharm anunciam os dados preliminares sobre a imunogenicidade do uso combinado da vacina AstraZeneca (desenvolvida em conjunto com a Universidade de Oxford) e o primeiro componente da vacina contra o coronavírus Sputnik V (o fármaco Sputnik Light baseado no serótipo de adenovírus humano 26) obtidos no quadro de um estudo clínico na República do Azerbaijão.

A abordagem de reforço heterogênea (um "coquetel de vacinas" usando o adenovírus humano sorotipo 26 como o primeiro componente e o sorotipo 5 como o segundo componente) forma a base da primeira vacina contra o coronavírus registrada no mundo Sputnik V. Levando em consideração o sucesso cientificamente comprovado de tal abordagem para garantir uma imunidade persistente e de longo prazo contra o coronavírus, o RDIF foi o primeiro no mundo a iniciar parcerias com outros fabricantes de vacinas e realizar pesquisas conjuntas sobre a combinação do primeiro componente da Sputnik V com os medicamentos estrangeiros.

A primeira parceria semelhante foi concluída em dezembro de 2020 na presença do Presidente da Rússia, Vladimir Putin: o RDIF, o Centro Nacional de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia N.F. Gamaleya, o grupo empresarial R-Pharm e a empresa AstraZeneca assinaram um memorando segundo o qual foi planejada a realização de ensaios clínicos conjuntos sobre a segurança e imunogenicidade da combinação da vacina AstraZeneca com o primeiro componente da vacina Sputnik V.

A pesquisa no Azerbaijão começou em fevereiro de 2021. Atualmente, 64 voluntários foram vacinados e o recrutamento para o ensaio clínico continua. De acordo com os dados preliminares obtidos na observação dos primeiros 20 participantes dos estudos, 100% dos voluntários desenvolveram anticorpos contra a proteína spike (proteína S) do vírus SARS-CoV-2. 

Uma análise provisória dos dados feita mais cedo demonstrou também os altos indicadores de segurança do uso combinado de medicamentos: não há eventos adversos graves nem casos de infecção por coronavírus após a vacinação.

Os ensaios clínicos da combinação de vacinas estão sendo realizados como parte de um programa global em vários países ao mesmo tempo. Os voluntários estão sendo vacinados nos Emirados Árabes Unidos e na Argentina e a aprovação dos reguladores acaba de ser obtida para conduzir pesquisas na Rússia e na Bielo-Rússia.

Vantagens principais da vacina Sputnik Light:

A Sputnik Light é o primeiro componente (sorotipo 26 de adenovírus humano recombinante (rAd26)) da vacina Sputnik V, a primeira vacina registrada no mundo contra o coronavírus. O índice de eficácia da Sputnik Light sendo cerca de 80% é maior do que o de muitas vacinas que requerem duas injeções. "Sputnik Light" é eficaz contra novas cepas de coronavírus de acordo com os resultados de estudos de laboratório do Cento Gamaleya. A vacina Sputnik Light é criada na plataforma estudada e testada de vetores adenovirais humanos cujas vantagens importantes são a segurança, a eficácia e a ausência de consequências negativas de longo prazo, confirmadas em mais de 250 estudos clínicos conduzidos no mundo ao longo de duas décadas (com a história de uso de adenovírus humano em vacinas iniciada em 1953). A vacina de AstraZeneca

A vacina foi desenvolvida pela Universidade de Oxford em cooperação com a Vaccitech. Usa um vetor viral de chimpanzé com defeito de replicação baseado em uma versão enfraquecida do vírus do resfriado comum (adenovírus) que infecta chimpanzés e contém material genético da proteína spike SARS-CoV-2 (severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 - a síndrome respiratória aguda grave 2). Após a vacinação, a proteína spike superficial é sintetizada o que leva à formação de uma resposta imune ao SARS-CoV-2 no caso da infecção subsequente por esse vírus.

O Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF) foi fundado em 2011 para investir no capital de empresas principalmente na Rússia, juntamente com os principais investidores financeiros e estratégicos estrangeiros. O fundo atua como um catalisador para o investimento direto na economia russa. No momento, o RDIF tem um histórico de sucesso na implementação conjunta de mais de 80 projetos com parceiros estrangeiros com um volume total de mais de 2,1 trilhões de rublos cobrindo 95% das regiões da Federação Russa. As empresas do portfólio do RDIF empregam mais de 1 milhão de funcionários sua receita anual sendo de 6% do PIB da Rússia. O RDIF estabeleceu parcerias estratégicas conjuntas com os principais co-investidores internacionais de 18 países, totalizando mais de US$ 40 bilhões. Pode encontrar mais informações no site: rdif.ru

FONTE Russian Direct Investment Fund (RDIF)


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