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TERÇA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 2020 - Horário 10:02
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ECO/ PRNewswire - Artefatos inestimáveis no Iraque foram protegidos contra roubos com a nova "impressão digital forense" da SmartWater

LONDRES, 12 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- Centenas de milhares de artefatos inestimáveis em diversos museus do Iraque foram protegidos contra ameaças de roubo e pilhagem, ao serem marcados com um código invisível único, em um novo protocolo de segurança que será disponibilizado em todo o mundo, para proteger museus "em risco" e sítios históricos e arqueológicos.

 

 

Financiados pelo Conselho Britânico, aproximadamente 273.000 artefatos em dois museus do Iraque foram protegidos com esse novo método. O projeto possibilita que objetos inestimáveis sejam rastreados e retornados para o local do qual foram roubados, tornando mais fácil para os órgãos de segurança provar o roubo, criando, portanto, um poderoso meio de intimidação a possíveis ladrões e traficantes.

O projeto inovador, liderado pelo renomado arqueólogo e professor da Universidade de Reading, Roger Matthews, utiliza um líquido forense especialmente preparado da SmartWater para imprimir uma assinatura química única nos objetos do museu. A solução é invisível a olho nu e só detectável com luz ultravioleta negra. E os cientistas só precisam recuperar uma partícula da SmartWater para provar de que local o artefato foi roubado, a data em que a solução foi aplicada e por quem.

Testes feitos por cientistas da Universidade de Reading estabeleceram que o líquido forense não causa danos à pedra, cerâmica, metal ou vidro e pode resistir a calor intenso, solventes ásperos e condições ambientais extremas por décadas. Todos os custos de pesquisa e desenvolvimento foram financiados pela Fundação SmartWater, o braço sem fins lucrativos do The SmartWater Group, uma das empresas de gestão de risco de mais rápido crescimento do mundo.

O professor Matthews disse: "Os objetos das coleções dos museus com os quais trabalhamos são inestimáveis, em virtude do imenso valor cultural que oferecem ao Iraque. Efetivamente, essa iniciativa dá a esses objetos uma impressão digital química, que permite rastreá-los se caírem em mãos erradas. Além disso, ela fornece aos órgãos de segurança a prova necessária para prender e processar aqueles que forem pegos em posse ilegal dos artefatos".

Os artefatos incluem peças inorgânicas de todos os períodos do passado do Iraque: machados da idade da pedra a potes neolíticos de 7.000 AC, quando as primeiras vilas agrícolas do mundo foram estabelecidas. Em 2003 e durante a ocupação de Mossul pelo ISIS, entre 2014 e 2017, objetos como esses foram frequentemente pilhados de museus, reaparecendo mais tarde em mercados de antiguidade internacionais.

O problema do roubo de artefatos de museus e de sítios arqueológicos e históricos está aumentando, com templos na Índia sendo atacados, bem como sítios arqueológicos na América do Sul. Nos EUA, sítios nativo-americanos estão em risco, particularmente os cemitérios remotos, que podem ser um alvo fácil para ladrões.

A consultora sênior Colette Loll, da Fundação SmartWater, o braço sem fins lucrativos do SmartWater Group, disse: "Devido à assinatura forense da SmartWater, essas importantes coleções dos museus podem, agora, ser rastreadas e repatriadas, se roubadas ou traficadas. Estamos essencialmente advertindo o mercado da arte: marcadores forenses apresentam um risco real a vendedores E a compradores de artefatos roubados".

O presidente-executivo do SmartWater Group, Phil Cleary, disse: "Estamos muito satisfeitos por podermos apoiar a implementação dessa importante iniciativa no Iraque, porque ela está totalmente alinhada com nossa missão de reduzir o risco de roubo, onde quer que ocorra".

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1164929/SmartWater.jpg Logo - https://mma.prnewswire.com/media/1164930/SmartWater_Foundation_Logo.jpg 

 

 

 

FONTE SmartWater


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