RELEASES EMPRESARIAIS

QUINTA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2019 - Horário 10:04
nbe
ECO/ PRNewswire - Quebrando as barreiras do comércio eletrônico na América Latina e no Caribe

MIAMI, 5 de dezembro de 2019 /PRNewswire/ -- Durante a realização de seu Fórum Anual de Inovação para a América Latina e o Caribe (LAC), a Mastercard divulgou os resultados de um novo estudo que descreve as necessidades e as expectativas dos compradores on-line na região. Esse estudo, foi realizado pela prestigiada empresa de pesquisa Kantar, com o objetivo de estudar os consumidores de países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, México, Peru e Porto Rico.

Uma das descobertas do estudo demonstra que o Brasil é o país onde os consumidores fazem compras on-line com maior frequência, seguido por México e Colômbia, com mais de uma compra a cada quinze dias. Argentina e à Costa Rica, com uma compra a cada duas semanas y Chile e no Peru, compra-se com menor frequência, cerca de uma compra por mês.

"Abordar os fatores que estimulariam os consumidores a fazer compras on-line com maior frequência poderia ajudar a elevar ainda mais a adoção do comércio eletrônico na região", disse Jorge Arbesu, vice-presidente de Segurança Cibernética para a LAC. "Isso pode ajudar o setor de varejo e pagamentos a tirar proveito dos bilhões de dólares em demanda inexplorada em comércio eletrônico que há na LAC", acrescentou o executivo.

O que motivaria os latino-americanos a comprarem mais on-line?

A maioria dos consumidores tenha afirmado que confiam na segurança do comércio eletrônico, o estudo comprovou que ainda há oportunidade de informar melhor os consumidores a respeito da segurança associada às compras on-line.  Quando questionados sobre as preocupações relacionadas ao comércio eletrônico, uma das maiores preocupações dos compradores no México, na Colômbia, no Peru, na Costa Rica e na República Dominicana foi o receio de que os dados do cartão fossem afetados durante ou após a compra.

"Instruir esses consumidores sobre novas tecnologias, como inteligência artificial e autenticação biométrica passiva, pode permitir que o comércio eletrônico atinja mais famílias, transformando compradores raros em frequentes, uma vez que sabem que podem confiar no sistema", declarou Arbesu. "Ainda assim, vale lembrar que esses números representam menos da metade dos participantes de cada um dos países pesquisados, o que significa que a maioria dos compradores on-line tem fé no sistema de comércio eletrônico", ressaltou o executivo.

Além disso, a impossibilidade de tocar fisicamente o produto foi citada como uma barreira por consumidores no México, na Colômbia, no Peru, no Chile e na Argentina. Os altos custos do frete de produtos, atrasos na remessa e a preocupação da entrega do produto no endereço correto, foram outras barreiras destacadas. 

Mastercard aborda Segurança de Comércio Eletrônico com Roteiro de Segurança Digital

No início deste ano, a Mastercard lançou seu Roteiro de Segurança Digital ? um conjunto de iniciativas, diretrizes e ferramentas criadas para acelerar a adoção de tecnologias de ponta necessárias para importantes players, como instituições financeiras e varejistas, com o propósito de acompanhar o avanço do espaço de e-commerce de maneira segura e simples.

"Um dos objetivos do Roteiro de Segurança Digital da Mastercard é entender precisamente as expectativas do consumidor e tirar o máximo proveito das tecnologias mais avançadas, com o intuito de gerar uma experiência de comércio eletrônico confiável, simples e segura na região, sem muito esforço por parte do titular do cartão", declarou Arbesu. "Isso vai superar as diferenças e atrair os consumidores relutantes, acelerando a expansão do comércio eletrônico na ALC", concluiu.

Um informe com detalhes da pesquisa está disponível aqui.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1039985/Mastercard_study.jpg

FONTE Mastercard


© 2014 Todos os direitos reservados a O Globo e Agência O Globo. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.